Quanta corrente de defeito um fusível consegue interromper em segurança. O lítio pode despejar uma corrente enorme num curto, por isso o fusível principal precisa de um AIC elevado — é por isso que se especifica um Class T na bateria.
O calibre em amperes de um fusível não conta a história toda. O seu poder de corte (AIC) é quanta corrente de defeito ele consegue realmente interromper — e um banco de lítio pode entregar muito mais do que um fusível barato consegue cortar.
Determina a escolha do fusível principal: o lítio pode despejar uma corrente enorme num curto, por isso o fusível da bateria precisa de um AIC elevado — é por isso que aí se especifica um Class T.
Projeta o teu sistema de carrinha, barco, cabana ou autocaravana no Wattonomy e ele calcula a corrente de defeito que o teu banco consegue entregar e especifica um fusível principal com poder de corte suficiente para a interromper — a partir dos aparelhos que realmente usas, dimensionado à norma reconhecida da tua região. Vês-lo no esquema de cablagem, na lista de peças dimensionada e num pacote de construção em linguagem simples que explica o raciocínio por trás de cada escolha. Sem conta, sem email — cerca de um minuto até um projeto completo e validado.
O calibre é a corrente normal que o fusível deixa passar; o AIC é a corrente de defeito máxima que consegue interromper em segurança sem falhar. Ambos importam, sobretudo em lítio.
Porque um banco de lítio pode despejar dezenas de milhares de amperes num curto franco. O fusível principal tem de conseguir cortar isso — daí o Class T na bateria.
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